A Paideia era a base
da educação das crianças e jovens na antiguidade, até o século V a.C.
Na Antiguidade a
transmissão de ensinamentos se dava por intermédio exclusivo das religiões,
tendo os escribas, sacerdotes e magos como eminentes detentores do saber.
Entendendo que o homem é
um ser naturalmente político, os gregos do período clássico primavam pela
educação intelectual, artística e física do homem, tendo em vista o objetivo de
qualificá-lo para assumir papéis de destaque na sociedade e no âmbito da
administração das cidades-estados.
Detalhe de um sarcófago da primeira
metade do século II (Paris, Louvre). Um menino declama um dever de Retórica
diante de seu pai (não do mestre). Tanto os seus dois dedos da mão direita
quanto sua postura corporal (inclusive a perna direita levemente inclinada para
trás) compõem a eloquência; o papiro na mão esquerda é o símbolo de sua
cultura, de sua dignidade social. O estudo na Antiguidade existia para adornar
o espírito e instruir o estudante nas belas letras. Em Roma não havia
utilitarismo na Educação.
A pedagogia em Roma está
voltada para questões práticas. Surgiu por volta do século 1 a.C com Cícero
(106-43 a.C) que valorizou a fundamentação filosófica do discurso, sendo um dos
mais importantes representantes da Humanitas depois com Sêneca (4 a.C-65 d.C)
que via na filosofia um modelo de orientação para o bem estar.
Vera Lúcia e Ruth





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