sexta-feira, 29 de maio de 2015

A Importância da História da Pedagogia na Educação

A humanidade é feita do que senão de história? Nossos comportamentos e atitudes mudam de acordo com a época em que vivemos, e de alguma forma temos que documentar esses estilos de vivencia para as gerações futuras. É através desses documentos registrados que podemos estudar as civilizações passadas e seus costumes e crenças.
Na educação também ocorre desta mesma forma, a importância da História da Pedagogia nos serve para saber de que maneira a educação veio evoluindo ao longo do tempo, para sabermos de que maneira se dava o aprendizado e as formas e estratégias que eram empregados nesta área de interesse.
A sociedade assimila os acontecimentos de seus antepassados e pode assim planejar as mudanças que desejam. Somos seres que vagam pelo tempo em busca de informações que levem à possibilidades de um futuro melhor, com mais dignidade e esperança para nossas crianças.
Tudo esta relacionado ao meio social em que vivemos a própria humanidade exige as mudanças e isso foi, está sendo e será por toda existência da raça humana.



Imagens da infância ao longo da história da humanidade


A infância ao longo do tempo #1 (a criança nas famílias aristocráticas do Antigo Regime – séculos XVI e XVII): Você sabia que nesta época, os filhos de nobres eram cuidados principalmente pelos criados, pois os pais não se ocupavam muito deles? Não havia, como hoje em dia, uma distinção clara entre ser adulto e ser criança e muitas vezes os mais velhos tratavam os menores de forma violenta como se estivessem em um impasse com outro adulto voluntarioso!



No século XVI e XVII as crianças aristocratas viviam em castelos, normalmente isoladas umas das outras.  Assim, esses lares nobres sofriam poucas interferências externas, pois o monarca geralmente não se ocupava de estabilizar e regular as relações familiares.
Naquela época, o castelo era dividido entre dependentes da família, criados e parentes. Poderiam viver juntas até 200 pessoas, colaborando pra que a higiene fosse precária e que não houvesse privacidade.



Detalhe do quadro “Jogos Infantis”, de Pieter Bruegel the Elder, 1560. Ao decorrer dos séculos XVI e XVII além das famílias aristocratas existiam as camponesas. Sendo agricultores independentes e trabalhadores diaristas, viviam em aldeias e vilas onde tudo era comunitário.



“Gabrielle e Jean”, de Pierre Auguste Renoir (1895).
 Em meados do século XIX a família burguesa diferente das famílias aristocratas e camponesas, vivia num contexto urbano regido pela produtividade. Nessa nova formação, os lares eram locais santuários e protetores, permitindo que alguns se isolassem das exigências do mundo á fora, da produção.



Crianças trabalhando na indústria têxtil.

No período da Revolução Industrial, além das crianças que moravam entre os burgueses, existiam as crianças da classe operária, nascidas em famílias camponesas que passaram a trabalhar em fábricas, por conta da pobreza, da influência do modo de vida burguês e do desprestígio.
A partir dos 13 ou 14 anos, as crianças já saíam em busca á procura de trabalho, um sustento pra si. Algumas começavam a trabalhar mais cedo em moinhos e minas para as próprias fábricas, junto com os pais.



Por: Aline da Silva Pessoa.
Daniela P.Brantes do Prado.
Stephanie Cristina Barboza.

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